Barack Obama dá 1ª entrevista após eleito: Sei que não será fácil
Presidente eleito dos EUA conversou por 19 minutos com jornalistas nesta sexta
Com cerca de vinte minutos de atraso, Barack Obama começou a sua primeira entrevista coletiva às 17h52 (de Brasília) nesta sexta-feira (7) como presidente eleito dos Estados Unidos e admitiu que vai ser 'difícil' sair da crise econômica que atingiu o país e o mundo.
O democrata conversou com jornalistas por 19 minutos após se reunir com sua equipe de transição na manhã desta sexta-feira, em Chicago.
Obama afirmou que está preocupado principalmente com os efeitos da classe média e prometeu ajudar a indústria automobilística americana diante da forte erosão da demanda para as três principais montadoras do país.
"Não vai ser fácil sair do buraco", disse ele. “Mas os Estados Unidos são um país forte e resistente. Sei que conseguiremos se deixarmos o sectarismo e a política de lado e trabalhar juntos como uma nação", emendou.
"Mas temos um presidente e sei que algo precisa ser feito logo. Se não for feito, será a primeira coisa que farei como presidente dos Estados Unidos", completou ele, se referindo a um pacote de medidas econômicas em vista.
"A crise é global e requer uma resposta global", lembrou Obama, que deu a entrevista tendo às suas costas sua equipe de transição e o futuro chefe de gabinete, Rahm Emanuel. "Minha prioridade será fazer a economia crescer e criar mais empregos."
FALOU SOBRE O IRÃ
Obama também comentou sobre o fato de o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ter enviado uma mensagem para ele por ter sido eleito novo presidente dos EUA.
"Me permita repetir o que disse na campanha. O desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã é inaceitável e temos que criar um esforço internacional para impedir que isto aconteça. O apoio do Irã a grupos terroristas tem que acabar. Mas vou ler a carta dele e responder adequadamente", afirmou. "Mas quero lembrar que só temos um presidente de cada vez. Eu não sou presidente e não serei até o dia 20 de janeiro."
A carta, segundo a agência iraniana oficial de notícias "Irna", expressa o desejo de que o próximo presidente "sirva a seu povo e deixe um bom nome para a história" durante seu mandato. Como anunciado previamente, Obama não anunciou nenhum outro nome que formará o seu governo a partir de 20 de janeiro de 2009.
Assista abaixo análise feita na Globonews:
O democrata conversou com jornalistas por 19 minutos após se reunir com sua equipe de transição na manhã desta sexta-feira, em Chicago.
Obama afirmou que está preocupado principalmente com os efeitos da classe média e prometeu ajudar a indústria automobilística americana diante da forte erosão da demanda para as três principais montadoras do país.
"Não vai ser fácil sair do buraco", disse ele. “Mas os Estados Unidos são um país forte e resistente. Sei que conseguiremos se deixarmos o sectarismo e a política de lado e trabalhar juntos como uma nação", emendou.
"Mas temos um presidente e sei que algo precisa ser feito logo. Se não for feito, será a primeira coisa que farei como presidente dos Estados Unidos", completou ele, se referindo a um pacote de medidas econômicas em vista.
"A crise é global e requer uma resposta global", lembrou Obama, que deu a entrevista tendo às suas costas sua equipe de transição e o futuro chefe de gabinete, Rahm Emanuel. "Minha prioridade será fazer a economia crescer e criar mais empregos."
FALOU SOBRE O IRÃ
Obama também comentou sobre o fato de o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ter enviado uma mensagem para ele por ter sido eleito novo presidente dos EUA.
"Me permita repetir o que disse na campanha. O desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã é inaceitável e temos que criar um esforço internacional para impedir que isto aconteça. O apoio do Irã a grupos terroristas tem que acabar. Mas vou ler a carta dele e responder adequadamente", afirmou. "Mas quero lembrar que só temos um presidente de cada vez. Eu não sou presidente e não serei até o dia 20 de janeiro."
A carta, segundo a agência iraniana oficial de notícias "Irna", expressa o desejo de que o próximo presidente "sirva a seu povo e deixe um bom nome para a história" durante seu mandato. Como anunciado previamente, Obama não anunciou nenhum outro nome que formará o seu governo a partir de 20 de janeiro de 2009.
Assista abaixo análise feita na Globonews:
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